domingo, 6 de março de 2016
sexta-feira, 4 de março de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
Estás aí?
Publicado em SPACE DALY
Ele fez matemática, análise matemática, álgebra linear e geometria analítica, física I, II, III, IV, astrofísica e aeroespacial, química orgânica (e das outras) e em seguida passou aos altos estudos científicos.
Eu sempre gostei dele. Eu cresci a lê-lo - Tenho uma secção considerável da minha biblioteca com livros dele e é daqueles que, em ensaio de palavrear forte, eu diria que "nunca haviam ter morrido".
Olhou para a Terra numa fotografia tirada pela Voyager 1 e disse que era a nossa casa - Certo - que estava lá tudo o que conhecemos e ... e em que acreditamos - Bolas!
Nós humanos somos assim quando falamos - temos de contar com a boa-vontade de quem nos ouve.
Carl Sagan foi dos maiores difusores do conhecimento do Cosmos e de Ciência. Nunca deixou de expressar espanto pela incrível sina do big-bang - o aparecimento de estruturas "que pensam" - SAFA!
A apontar para um grão de pó fotografado a quatro mil milhões de milhas, por uma sonda construída por pequenos homens, disse-nos que tudo quanto conhecíamos estava no grão de pó.
Dá que pensar!
Bem vistas as coisas, aquele "grão de poeira" nem é assim tão pequeno.
Estás aí, Deus?
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
Táxi - Fio da Navalha
TAXI - FIO DA NAVALHA
Tu és completa e perfeita
Ela não é sequer bem feita
Tu pões-me à noite a sonhar
Ela tem angústia no olhar
Tu és do tipo cerebral
Ela é apenas emocional
Entre ficar e partir
Nem sempre é facil decidir
O fio da navalha
O fio da navalha
Tu és submissa nas tuas atitudes
Ela diz sempre palavras rudes
Entre ficar e partir
Nem sempre é facil decidir
O fio da navalha
O fio da navalha
Ela não é sequer bem feita
Tu pões-me à noite a sonhar
Ela tem angústia no olhar
Tu és do tipo cerebral
Ela é apenas emocional
Entre ficar e partir
Nem sempre é facil decidir
O fio da navalha
O fio da navalha
Tu és submissa nas tuas atitudes
Ela diz sempre palavras rudes
Entre ficar e partir
Nem sempre é facil decidir
O fio da navalha
O fio da navalha
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
As nozes e as vozes...
Não é tanto pelo tamanho, ou teríamos conversas muito interessantes com girafas. Então, será por aquilo que fazemos com ele, e pelo que deixamos de fazer.
Imagem daqui
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016
domingo, 14 de fevereiro de 2016
Zeca-te (sempre)
Fevereiro de 2016, o povo saiu à rua -
- Zeca-te, p´ra que te quero?
Grândolar é p´ra meninos,
viva a neutralidade fiscal.
Isto não rima mas é poesia responsável
e o povo ama-te, Costa.
- Zeca-te, p´ra que te quero?
Grândolar é p´ra meninos,
viva a neutralidade fiscal.
Isto não rima mas é poesia responsável
e o povo ama-te, Costa.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
domingo, 24 de janeiro de 2016
sábado, 23 de janeiro de 2016
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Natal de Quem?
Natal de Quem?
Mulheres atarefadas
Tratam do bacalhau,
Do peru, das rabanadas. - Não esqueças o colorau,
O azeite e o bolo-rei!
- Está bem, eu sei!
- E as garrafas de vinho?
- Já vão a caminho! - Oh mãe, estou pr'a ver
Que prendas vou ter.
Que prendas terei?
- Não sei, não sei... Num qualquer lado,
Esquecido, abandonado,
O Deus-Menino
Murmura baixinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu? Senta-se a família
À volta da mesa.
Não há sinal da cruz,
Nem oração ou reza. Tilintam copos e talheres.
Crianças, homens e mulheres
Em eufórico ambiente.
Lá fora tão frio,
Cá dentro tão quente! Algures esquecido,
Ouve-se Jesus dorido:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu? Rasgam-se embrulhos,
Admiram-se as prendas,
Aumentam os barulhos
Com mais oferendas.
Amontoam-se sacos e papeis
Sem regras nem leis. E Cristo Menino
A fazer beicinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu? O sono está a chegar.
Tantos restos por mesa e chão!
Cada um vai transportar
Bem-estar no coração. A noite vai terminar
E o Menino, quase a chorar:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
Foi a festa do Meu Natal
E, do princípio ao fim,
Quem se lembrou de Mim?
Não tive tecto nem afecto! Em tudo, tudo, eu medito
E pergunto no fechar da luz:
- Foi este o Natal de Jesus?!!!
João Coelho dos Santos, in Lágrima do Mar - 1996
Tratam do bacalhau,
Do peru, das rabanadas. - Não esqueças o colorau,
O azeite e o bolo-rei!
- Está bem, eu sei!
- E as garrafas de vinho?
- Já vão a caminho! - Oh mãe, estou pr'a ver
Que prendas vou ter.
Que prendas terei?
- Não sei, não sei... Num qualquer lado,
Esquecido, abandonado,
O Deus-Menino
Murmura baixinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu? Senta-se a família
À volta da mesa.
Não há sinal da cruz,
Nem oração ou reza. Tilintam copos e talheres.
Crianças, homens e mulheres
Em eufórico ambiente.
Lá fora tão frio,
Cá dentro tão quente! Algures esquecido,
Ouve-se Jesus dorido:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu? Rasgam-se embrulhos,
Admiram-se as prendas,
Aumentam os barulhos
Com mais oferendas.
Amontoam-se sacos e papeis
Sem regras nem leis. E Cristo Menino
A fazer beicinho:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu? O sono está a chegar.
Tantos restos por mesa e chão!
Cada um vai transportar
Bem-estar no coração. A noite vai terminar
E o Menino, quase a chorar:
- Então e Eu,
Toda a gente Me esqueceu?
Foi a festa do Meu Natal
E, do princípio ao fim,
Quem se lembrou de Mim?
Não tive tecto nem afecto! Em tudo, tudo, eu medito
E pergunto no fechar da luz:
- Foi este o Natal de Jesus?!!!
João Coelho dos Santos, in Lágrima do Mar - 1996
quinta-feira, 24 de dezembro de 2015
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Venezuela Progresa
Guia de la Exposición Objetiva Nacional
Caracas, Noviembre de 1952
Que la Junta de Gobierno de los Estados Unidos de Venezuela
Presenta a la Nación
Formato: 15,5x22,6cm
16 Páginas - edição da "junta de gobierno"
Caracas, Noviembre de 1952
Que la Junta de Gobierno de los Estados Unidos de Venezuela
Presenta a la Nación
Formato: 15,5x22,6cm
16 Páginas - edição da "junta de gobierno"
sábado, 19 de dezembro de 2015
Veja, leia e julgue
Porque reconheceram a perversidade
essencial do credo nazi e a sua ameaça ao futuro do mundo, os povos amantes da
liberdade, com os seus milhões de almas, uniram forças em todos os cantos da
Comunidade de Nações Britânicas para combater contra o Nazismo. As forças da
Liberdade estão determinadas a que a tentativa nazi de dominar o mundo, baseada
no recurso imoral aos mais baixos instintos da humanidade, será batida – que o
progresso através da justiça e instrução prevalecerá. Reforçada pelos vastos
recursos dos Estados Unidos, a maré desta poderosa força, subindo rapidamente,
torna certo o triunfo da Liberdade.
Junho de 1941
Livreto de 32 Páginas - Digitalização integral na página 2.ª Guerra
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
M. P.
Lá vamos, cantando e rindo,
Levados, levados, sim,
Pela voz de som tremendo
Das tubas, - clangor sem fim…
Lá vamos, (que o sonho é lindo!)
Torres e torres erguendo,
Rasgões, clareiras abrindo!
- Alva da luz imortal,
Roxas névoas despedaça,
Doira o céu de Portugal!
Querer! Querer! E lá vamos!
- Tronco em flor, estende os ramos
à Mocidade que passa!
Cale-se a voz que, turbada,
Já de si mesmo se espanta;
Cesse dos ventos a insânia;
Ante a clara madrugada,
Em nossas almas nascida:
E, por nós, oh Lusitânia,
- Corpo de amor, Terra Santa –
Pátria! serás celebrada;
E por nós serás erguida,
Erguida ao alto da Vida!
Tríptico 12x17cm
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