Mostrar mensagens com a etiqueta Ericeira. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ericeira. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 20 de setembro de 2011

ness...

     Outra vez, NESS...
     Não largas as latinhas de spray!


     Gráfica e esteticamente nem está nada mau,
     mas estás excessivamente retro, NESS!
     É para chegar à China?

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Para ness

Para o que te havia de dar, ness?
Sujar as  paredes!
Ai, ai... que feio!
E logo a spray.
Então não devia ser com pigmentos naturais e dados a pincel ou à boneca?
Tiveste o cuidado de ler o conteudo das latas?
Tens a certeza que o agente propulsor não é daqueles proibidos?
E olha, viste onde é que foi produzida essa tinta? É que se veio de muito longe, então esse teu gesto ainda gastou mais petróleo.
Estamos muito desanimados contigo; olha esse teu cabelo, consegues lavá-lo?
Também não podes plantar, ness.
Sabemos que sabes, então?
Vai lá, não faltes à aula de capoeira...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Dito 11

     Nem a preces nem a blasfémias lhes dá ouvidos o Mar


     Pesqueiros dos Fóles
     Ericeira

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Dito 10

     As marés e o Tempo não esperam por nenhum Homem


     Pesqueiros dos Fóles
     Ericeira

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Dito 9

    
Numa tempestade não se escolhe o porto.


     Pesqueiros dos Fóles
     Ericeira

domingo, 11 de setembro de 2011

Dito 8

     Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável.


     Pesqueiro dos Foles
     Ericeira

domingo, 21 de agosto de 2011

Ericeira

              Passeando pela Ericeira durante as curtas férias que lá fiz há um ano, entrei numa pequena capela de porta aberta para a rua. Espaço exíguo e antigo, abandonei o olhar para que o percorresse. A miúdo entravam pessoas, mais mulheres que homens, mais residentes que turistas, que faziam um curto silêncio em imobilidade entre duas vénias com cruzes desenhadas com a mão sobre a cabeça e tronco. Recolhi duas folhas A4 de dois montinhos que se exibiam claramente para esse efeito, e também eu me despedi com um “Sinal da Cruz” levando um joelho ao chão.
                As duas folhas de papel ainda as tenho comigo, são as que vos mostro a seguir. A primeira, numa única página, intitula-se “A face mais bela” e está assinada pelo Pároco Armindo Garcia; a segunda, em duas páginas, intitula-se “O frenesim do bem – (Texto copiado do livro “Razões para a alegria” do P. J.L. Martin Descalzo)”