Toda a Publicidade
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Problema de álcool
Alcohol, discovered by federal agents during a raid on an illegal distillery,
pours out of upper windows of three-story storefront in Detroit during
Prohibition,1929.
Reblogado daqui
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Crentes no Estado e tementes à Europa
Passei a vida toda
confrontado com os argumentos tecidos pela esquerda incréu e tacanha, contra as
riquezas da igreja, a arte em ouro sobre as imagens, o imenso valor de objectos
e peças de arte acumulados no Vaticano, a riqueza das vestes dos prelados e tudo
o que aos olhos dos impolutos guardiões da sociedade sem moral, por tudo ser
carne, pudesse render dinheiro, esse, consensualmente digno e globalmente
entendido como real valor. Eu, submetido ao jugo da dúvida metódica, da coisa
das equidistâncias, da aceitação da diversidade dos olhares, da obrigação -
imposta pela tal moral – de sair de mim para encarnar o esfomeado, o doente, o
que sofre por desprezo, deixei-me a digerir mais essa dúvida sob o insuportável
peso do silêncio auto-infligido.
O tempo passa; os seus efeitos de bom conselheiro para os
sensatos, realizam-se perfidamente nos tontos como meninice tardia, como
sentimento de totipotência, castrismo, soarismo, ou simplesmente canavilhismo.
Nas esquerdas chiques, aquelas que sabem exactamente o que todo o homem deve
desejar e se dispõem a fazer que homem algum possa, por acidente, optar por um
caminho só seu, o tempo também lá acabou por fazer o seu efeito: depois das
experiências de mumificações apalermadas no Leste e falhadas na América latina,
deu-lhes para a “panteonite” em Portugal, a ponto de “santa Engrácia” poder ter
de voltar às obras. Estranha esta fé, tão cultivada quão renegada! É estranha
essa “fé” como estranho é o valor, tanto dado, como logo deixado de dar, às
obras de arte. Mais recentemente, a devota crença de que Portugal deveria
comprar os quadros de Miró, “caídos no colo”, mostra à saciedade quão grande
colo pode ainda a pátria ser, para alguns – sempre os mesmos.
Para já, tudo vai calmo. Nas próximas legislativas é a vez,
dizem, outra vez dos socialistas. Mais lá para a frente, vou voltar a ouvir
falar do que se poderia fazer com o resultado da venda dos bens da Igreja.
Poderemos por exemplo ir ao mercado tentar recuperar os santos ícones do
catalão, e ampliar o panteão, porque não?
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
O Cimbalino
Reblogado dos Cadernos da Libânia
La Cimbali e o cimbalino
Em 1956 a boa fama profissional da oficina de Manuel Ferraz levou a que fosse escolhida para agente da marca La Cimbali, moderna máquina italiana de tirar cafés. Porfírio foi a Itália fazer uma especialização para poder reparar as novas máquinas, cuja primeira foi montada no Café Central, em Anadia. Seguiu-se a montagem de máquinas nos cafés Águia d'Ouro, Palladium, Âncora dOuro, Tropical, Brasileira e Confeitaria Lobito (Largo do Padrão) no Porto, e nos cafés Sport e Pátria, em Matosinhos. O Porfírio era conhecido em todos os cafés, e o seu passado profissional merecia confiança. Honesto, simpático, alegre e bom conversador, facilmente convenceu todos os industriais do ramo a deixarem montar uma das modernas máquinas nos seus estabelecimentos, à experiência. Um engenheiro italiano, de nome Campo Nuovo, acompanhava o Porfírio e informava os donos dos cafés que só se procederia à venda da máquina se se comprovasse a eficácia do novo modo de servir café à italiana, se o interesse dos clientes justificasse e se houvesse vontade de aquisição por parte do proprietário do estabelecimento. E foi a que começou o problema. Ninguém pedia café de máquina!... Passavam-se os dias e o café à italiana não tinha clientes. Aquilo parecia um fiasco e o italiano Campo Nuovo começou a desanimar e pensou regressar a Itália com as máquinas. Entendendo esse desânimo, e cheio de boa vontade em ajudar, o Porfírio percebeu a falta de informação que fazia o desconhecimento do produto pelos potenciais consumidores, e sugeriu ao italiano:
- Ó senhor engenheiro, porque é que o senhor não faz um cartaz a dizer assim: "Não peça café. Peça um cimbalino e veja a diferença". Campo Nuovo arregalou os olhosl De imediato viu que acabara de nascer um nome para o novo produto que era o café da máquina La Cimbali!
Aceitou a ideia, mandou tipografar cartazes com a frase sugerida pelo Porfírio, distribuiu-os pelos cafés... e algum tempo depois já pôde facturar as máquinas instaladas!
Os bons apreciadores de café aderiram ao "cimbalino" que se tornou num êxito e numa marca do Porto, e o Porfírio recebeu um prémio de 5.000 escudos pela ideia!
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Sócrates, Sócrates, que raio, Sócrates!
Sócrates
não é só o nosso Don Quixote em versão feita na China, ele é também o nosso
Sancho Pança em versão mexicano de luta livre, o nosso Roncinante biónico, e
agora, grande cavaleiro do próprio caixão – uma coisa muito à frente, quase uma
versão refinada do Mário Soares montado numa tartaruga ninja.
A não
perder esta ligação ao ma-schamba , um post delirante do Miguel Valle de Figueiredo – é para rir, pois, ao Domingo na RTP1, que
desta foi à Segunda (ou ao Sábado).
Dicionário de lugares imaginários
.../...
Entre os diversos tipos de viagens imaginárias, a do viajante de
poltrona constitui uma classe em si. Alguns, como Plínio, o Velho, no século I,
escreveram textos interessantes sobre lugares distantes que nunca viram, com
uma convicção que, séculos mais tarde, levou leitores como Otelo a acreditarem
que havia «homens cujas cabeças/ crescem por baixo dos ombros», como aparece
representado na Crónica de Nuremberga,
de 1493. O contumaz mentiroso John de Mandeville, por exemplo, descreveu como
visitou grande parte do Oriente, como bebeu da Fonte da juventude, na costa do
Malabar, e como serviu no exército do imperador da China. «Do Paraíso», refere,
no entanto, «não posso falar, dado não ter estado lá».
.../...
Dicionário de lugares imaginários
Autores: Alberto Manguel e Gianni Guadalupi
Ilustrações: Graham Greenfield e Eric Beddows
Mapas: James Cook
Tradução de Carlos Vaz Marques e Ana Falcão Bastos
Capa: Vera Tavares
1ª edição: Agosto de 2013
TINTA DA CHINA - Lisboa
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
TEMPO CONTADO: Eusébio
TEMPO CONTADO: Eusébio
Deixo esta ligação ao blogue do José Rentes de Carvalho porque não podia deixar de o fazer.
Não estou só. Bem-haja JRC
Até sempre, Eusébio.
Deixo esta ligação ao blogue do José Rentes de Carvalho porque não podia deixar de o fazer.
Não estou só. Bem-haja JRC
Até sempre, Eusébio.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Hosana
Deus que tudo dá, também dá santos para
incréus.
Hosana nas alturas.
(Nunca deixei de ter em mente o Nelson Mandela quando escrevi isto. Ninguém há-de prender a atavismo nenhum um Homem livre; muito menos depois de morto,
Hosana nas alturas)
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Problemática dos Papagaios
Compreendo se me disserem que o momento
mais marcante na vida de um papagaio é a longa viagem desde a América do Sul. O
simples homem da rua ao ver a ave palradora presa por uma pata a um curto
cadeado, pensará naturalmente na tormentosa viagem da magnífica criatura,
dentro de um caixote de madeira no fundo do porão escuro de um navio cargueiro.
Nada mais despropositado; são ideias que as pessoas criam nos seus insondáveis
cérebros.
A primeira imagem que retenho depois de
ter saído da casca, e creiam que estou a ser literal, é de um tipo de barba
hirsuta, a fumar um cigarro (?) enrolado à mão. A ideia é vaga mas consigo
distinguir nesta velha memória uma lâmpada incandescente por cima e uma cama de
algodão em rama por baixo; à minha frente o tipo olha para mim e diz, respira
puto, e já tinha nas mãos outro ovo rachado para ajudar a descascar. Tenho
também uma memória auditiva de música tipo hard-rock, em que se canta ao ritmo
das baforadas do que sei hoje ser um charro, inhale…, exhale…, inhale…, exhale...
Mais tarde descobri tratar-se dos Rollins Band. Volto muitas vezes aos Rollins
puxado por “Wrong Man”.
Aqui, onde me encontro, limitado ao
comprimento do guito que me ataram ao tornozelo, dou muitas vezes por mim a
imaginar-me no que seria o meu meio natural e rodeado por um monte de tipos
como eu - demolidor. A simples ideia da
minha imagem repetida, eu aqui e ali, e ali também, todos a fazer o mesmo saracotear
e a deixar cair guano e cascas de sementes choca-me ao ponto de largar um som
daqueles que não estão classificados como linguagem e que eu disfarço com
simulado pigarro. Isso sim, é o que marca de forma indelével a vida de um
papagaio, saber que poderia ser só mais um no meio de ninguém sabe quantos, sem
anilha, sem prato de sementes, sem aulas de expressão vocal, sem um alpendre
nem tão pouco um guito.
O acto da minha abdução, ainda na forma
oval, no meio da infindável selva, pode ter ficado registado. Juntamente com
essas santas criaturas que abduzem ovos, outras há que as acompanham e filmam
tudo. Pelo mesmo processo que os papagaios aparecem no mundo civilizado,
aparecem também filmes que são vendidos não muito longe de onde se vendem
papagaios.
Ainda um dia hei-de encontrar o sentido
disto. Assim que aprender a falar, a falar mesmo, vai ser mais fácil.
Imagem daqui
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
so long...
Come over to the window, my little darling,
I'd like to try to read your palm.
I used to think I was some kind of Gypsy boy
Before I let you take me home.
Now so long, Marianne, it's time that we began
To laugh and cry and cry and laugh about it all again.
Well you know that I love to live with you,
But you make me forget so very much.
I forget to pray for the angels
And then the angels forget to pray for us.
Now so long, Marianne, it's time that we began ...
We met when we were almost young
Deep in the green lilac park.
You held on to me like I was a crucifix,
As we went kneeling through the dark.
Oh so long, Marianne, it's time that we began ...
Your letters they all say that you're beside me now.
Then why do I feel alone?
I'm standing on a ledge and your fine spider web
Is fastening my ankle to a stone.
Now so long, Marianne, it's time that we began ...
For now I need your hidden love.
I'm cold as a new razor blade.
You left when I told you I was curious,
I never said that I was brave.
Oh so long, Marianne, it's time that we began ...
Oh, you are really such a pretty one.
I see you've gone and changed your name again.
And just when I climbed this whole mountainside,
To wash my eyelids in the rain!
Oh so long, Marianne, it's time that we began
I'd like to try to read your palm.
I used to think I was some kind of Gypsy boy
Before I let you take me home.
Now so long, Marianne, it's time that we began
To laugh and cry and cry and laugh about it all again.
Well you know that I love to live with you,
But you make me forget so very much.
I forget to pray for the angels
And then the angels forget to pray for us.
Now so long, Marianne, it's time that we began ...
We met when we were almost young
Deep in the green lilac park.
You held on to me like I was a crucifix,
As we went kneeling through the dark.
Oh so long, Marianne, it's time that we began ...
Your letters they all say that you're beside me now.
Then why do I feel alone?
I'm standing on a ledge and your fine spider web
Is fastening my ankle to a stone.
Now so long, Marianne, it's time that we began ...
For now I need your hidden love.
I'm cold as a new razor blade.
You left when I told you I was curious,
I never said that I was brave.
Oh so long, Marianne, it's time that we began ...
Oh, you are really such a pretty one.
I see you've gone and changed your name again.
And just when I climbed this whole mountainside,
To wash my eyelids in the rain!
Oh so long, Marianne, it's time that we began
Songwriters: COHEN, LEONARD
(from the album 'SONGS OF
LEONARD COHEN')
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)









































