sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Alice Rey Colaço



Alice Schmidt Lafourcade Rey Colaço (1893 – 1978)
Pintora, aguarelista, ilustradora
Segunda das quatro filhas de Alexandre Rey Colaço e Alice Schmidt C. Lafourcade
(Jeanne, Alice, Maria Adalgisa e Amélia)

Mais sobre Alice Rey Colaço aqui




Pão para o fogo



Transcrição da legenda:
  Aumentar  o preço do pão é agitar uma sociedade, é activar labaredas. O pão atirado assim para o forno da miséria é o peor dos explosivos

Da Revista ABC, Agosto de 1922 (A imagem com a respectiva legenda aparece sem qualquer texto ou outro enquadramento)

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Velhos gritos do Portugal ocupado


L. P.  DE  O.  PINTO  DA  FRANÇA

SONETO

improvisado junto ao tumulo del rei D. Afonso Henriques,
pelo brigadeiro das tropas de Coimbra, no dia
em que Junot dissolveu o corpo do Exército
Português.

                                   A teus pés, fundador da Monarchia,
                            Vai ser a lusa gente desarmada!
                            Hoje rende a traição a forte espada
                            Que jamais se rendeu á valentia.

                            Oh! Rei! Se minha dor, minha agonia,
                            Penetrar pôde sepulcral morada,
                            Arromba a campa, e com a mão mirrada
                            Surge a vingar a affronta  d’este dia.

                            Eu, fiel qual te foi Moniz, teu pagem,
                            Fiel sempre serei: grata esperança
                            Me sopra o fogo d’immortal coragem.

                            E o pranto, que a teus pés minha dor lança,
                            Recebe-o, grande Rei, por vassalagem,
                            Acceita-o em protesto de vingança.

do Cancioneiro de Coimbra (de Afonso Lopes Vieira)

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Maria Madalena


Maria Madalena é uma figura bíblica incontornável. Entre a Maria Madalena mundana e depois arrependida, à santa Maria Madalena que segundo S. João é a primeira a falar com Jesus após a ressurreição, pode não haver qualquer relação. Não há nas escrituras nada que identifique Maria Madalena com a prostituta arrependida que se prostra aos pés do Messias.
  As referências a Maria Madalena na Bíblia são poucas, assim, a personagem adquire um largo grau de liberdade; associado ao facto de ser “apanhada” no centro da história, e sendo mulher, e Maria, e jovem, (…), tornou-se uma imensa fonte de inspiração. Maria Madalena, de certo modo, está viva. Em boa medida, a sua proximidade ao acontecimento da Ressureição imortalizou-a também a ela.
Das representações dessa mulher, que conheço, há duas que me tocaram desde o primeiro contacto. Num caso e noutro, as esculturas possuem de forma imanente o espírito do que representam, e são, para mim, dos melhores exemplares dessa forma de expressão artística.
Uma é loura, outra é morena, ambas têm os cabelos longos, são uma só!



Museu do Louvre - Ala Denon
Atribuída a Gregor Erhart (1470 – 1540)
Datada entre 1515 e 1520   
 
Igreja de Santa Maria – Bragança
Atribuída a Pedro de Mena da Escola de Valhadolid
Séc. XVII



domingo, 14 de outubro de 2012

LEI SECA



(Fotografia do jornal EXPRESSO - ATUAL)

Adicionei hoje à “minha lista de blogues” o LEI SECA, de Pedro Mexia. Não sei porquê só hoje, talvez porque o ambiente natural (para mim) de encontro com o autor, é o Suplemento ACTUAL do jornal EXPRESSO
Pedro Mexia é uma referência no nosso mundo das letras; quem sou eu para falar dele?



segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Situacionismo



      
       Um burro carregado de livros é um doutor
       Um livro carregado de doutores é um burro
       Um doutor carregado de burros é um livro
       Um burro carregado de doutores é um livro
       Um livro carregado de burros é um doutor
       Um doutor carregado de livros é um burro

       Os burros são livros abertos
       Os livros são burros doutores
       Os doutores são burros fechados

  

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Dia Perdido!


Outro dia perdido, na casa da democracia.
Não foi para isto que aquela casa foi feita.
Não foi para espelhar a rua, não foi para inseminar as mentalidades fracas com ideias fortes e falsas. Não foi para exprimir simplesmente as constatações mais óbvias. Não foi para esgrimir indignações como se argumentos fossem.
Pelas palavras, tudo se pode: dignificar o insano e denegrir o inocente, mostrar a mais cristalina sensibilidade do criminoso e a lascívia do casto.
Pelas palavras tudo se pode, mas não será por elas que se semeia o trigo, ou se dessedenta o caído, ou se paga dívidas.
Hoje ouvi um homem a explicar o óbvio, e a seguir, o comentarista de serviço comentou o trecho como brilhante!
As palavras valem o que valem.
As palavras nunca valeram tão pouco.


(Hoje foram apresentadas e votadas na assembleia da república, duas moções de censura ao governo, por iniciativa dos dois partidos, que se mandassem, não haveria democracia)

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Serviço internet


O que se encontra dentro dos livros!

            Fez-me muito bem reencontrar este pequeno documento.
            É uma “Venda a Dinheiro” relativa ao serviço pela internet da BERTRAND, LIVREIROS. Está expressa em escudos, moeda à beira do desaparecimento naquela data – 27 de Abril de 2001. Reporta-se a tempos em que a data de 11 de Setembro ainda não representava nada de especial. É um documento pequeno, de fácil leitura, e apesar de se referir a uma venda feita pela internet é manuscrito.
            Lembra tempos bons em que não se questionava o lugar das pessoas.
            Exprime o necessário e o suficiente.
            Não clama por um arquivamento nem pela guarda ao arquivo e não quer ser mais importante do que o livro a que se refere.


terça-feira, 2 de outubro de 2012

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Sobre as Falésias de Mármore



           
         Nestas lutas, que descambavam em caça ao homem, emboscadas e crimes de fogo posto, os partidos perderam todo o sentido da medida. Cedo se ficou com a impressão de que eles já mal se consideravam entre si como homens, semeando-se a sua linguagem de palavras ordinariamente só aplicadas aos parasitas, que importa a todo o custo destruir e exterminar pelo fogo. Só sabiam reconhecer o crime no campo oposto, pelo que era entre eles honroso o que no adversário era abjecto. Enquanto cada um considerava os mortos dos outros quanto muito dignos de ser enterrados de noite e às escuras, deviam os do seu campo ser envoltos no lençol de púrpura, devia ressoar o eburnum em sua intenção e subir nos ares a águia, levando até aos deuses a imagem viva de heróis e profetas.
         Em boa verdade, nenhum dos grandes cantores, por mais que os aliciassem a peso de ouro, se dispôs a participar em semelhante profanação. Dirigiram-se então aqueles aos harpistas, que tocam nos bailes das romarias, e aos citaristas cegos que, diante dos triclinia dos lupanares, alegram os embriagados clientes com canções sobre a concha de Vénus e sobre o Hércules glutão. Campeões e bardos eram, pois, dignos uns dos outros.
         É bem sabido, no entanto, como o metro é incorruptível. Os fogos da destruição não alcançam as suas colunas e os seus portais invisíveis. Não há vontade que se imponha à harmonia, e não passam assim de vigaristas que se defraudam a si próprios os que presumiam poder comprar oferendas sacrificiais com a dignidade do eburnum. Assistimos apenas à primeira destas exéquias, e tudo se passou exactamente como tínhamos previsto. O mercenário, de quem se exigia estivesse à altura sublime e ígnea matéria do poema, não tardou a gaguejar e a atrapalhar-se. Mas logo recuperou a fluência servindo-se dos iambos abjectos do ódio e da vingança, que sibilavam no pó. Presenciando este espectáculo, víamos a multidão ostentando as túnicas cor de púrpura que se envergam para o eburnum, e também os magistrados e o clero com as vestes talares. Outrora, quando a águia se elevava nos ares, fazia-se silêncio; agora, deu-se uma explosão de júbilo selvagem.
        

Título original: Auf Den Marmorklippen
Autor: Ernst Jünger (1895 - 1998) - Escritor Alemão
Colecção: Escola de Letras - VEGA
Tradução, prefácio e notas: Rafael Gomes Filipe
2ª edição (1998)
Editor: Assírio Bacelar
Capa: Machado Dias



sábado, 29 de setembro de 2012

Ai, flores...


-Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo!
     Ai Deus, e u é?

Ai, flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
     Ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pos comigo!
     Ai Deus, e u é?

Se sabedes novas do meu amado
aquel que mentiu do que mi ha jurado!
     Ai Deus, e u é?

-Vós me preguntades polo voss'amigo,
e eu ben vos digo que é san'e vivo.
     Ai Deus, e u é?

Vós me preguntades polo voss'amado,
e eu ben vos digo que é viv'e sano.
     Ai Deus, e u é?

E eu ben vos digo que é san'e vivo
e seerá vosc'ant'o prazo saído.
     Ai Deus, e u é?

E eu ben vos digo que é viv'e sano
e seerá vosc'ant'o prazo passado.
     Ai Deus, e u é?
                      
    (Dom Dinis)

Pinha de pinheiro bravo em diferentes estados de abertura

Os dois lados de uma semente de pinheiro bravo



Curiosidade: As pinhas têm a capacidade de abrir e fechar as suas folhas, segundo as condições meteorológicas. Se o tempo está chuvoso, as pinhas fecham-se totalmente para proteger as sementes; se o tempo está seco elas abrem-se até soltarem as sementes, quando maduras, que voarão ao vento usando a delicada asa. Esta capacidade de abrir e fechar mantem-se por alguns anos, mesmo nas pinhas armazenadas.
 


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Love Padlocks




Contrariando a ideia de que as relações actuais são iniciadas para servir o momento, e de que quem vive a paixão o pode muito bem fazer sem se vergar ao desejo do amor eterno, por todo o mundo são deixadas juras públicas de paixão sem fim.
Aos corações atravessados por setas, gravados a canivete nos troncos das árvores, aos “Amo-te Fulana” escritos com um caco, com um marcador, a pincel ou a spray nos muros, aos “Sicrana ama Beltrano” gravados com o dedo na areia molhada, juntou-se o aloquete.
Dizem que poderá ter começado na Rússia ou na China, alastrou por Florença e chegou a Paris. Já está na ponte Luís I.
Algumas edilidades pelo mundo fora já instalaram superfícies aramadas ou árvores metálicas para que sirvam de templo a esses círios apagados, pretendendo conter o fenómeno que acrescenta todos os dias muitos quilogramas a velhas pontes, e também defender as “juras” dos ladrões de metal.
…/…
Protásio e Clementina dormiram juntos pela primeira vez, dentro do saco-cama, numa caixa de areia junto ao Sena, a que se chama praia, em Paris. Deambularam todo o dia pela cidade e ao fim da tarde, a caminho do Quartier Latin, compraram nos vendedores de rua um padlock made in China. Sentados no tabuleiro da Pont des Arts, comeram as fatias de pizza que levavam com eles e antes de abrir a garrafa de vinho, uma zurrapa espanhola, beijaram-se, prenderam o aloquete na rede das guardas da ponte e lançaram a chave às águas. Assim ficaram a beijar-se longamente, quando se levantaram quiseram olhar uma última vez o cadeado que os unia para sempre. Não o conseguiram distinguir; sabiam simplesmente que estava ali, e ali ficaria.



segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Correio Electrónico 8


Assunto: Umas verdades

Matemática do amor

Homem esperto + Mulher esperta = Romance
Homem esperto + Mulher burra = Caso
Homem burro + Mulher esperta = Casamento
Homem burro + Mulher burra = Gravidez


 
Aritmética de Escritório

Chefe esperto + Empregado esperto = Lucro
Chefe esperto + Empregado burro = Produção
Chefe burro + Empregado esperto = Promoção
Chefe burro + Empregado burro = Hora extra
 

Sucesso & Fracasso
 

Atrás de um homem de sucesso tem sempre uma mulher.
Atrás de um homem fracassado tem no mínimo duas mulheres.
 
 
Equações gerais & Estatística
 

Uma mulher preocupa-se com o futuro até ela conseguir um marido.
Um homem nunca se preocupa com o futuro até ele conseguir uma esposa.
Um homem de sucesso é aquele que consegue ganhar mais dinheiro do que a sua esposa consegue gastar.
Uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem.


Felicidade
 
Para ser feliz com um homem, você deve entendê-lo bastante e amá-lo um pouco.
Para ser feliz com uma mulher, você deve amá-la bastante e jamais tentar entendê-la.


Longevidade

Homens casados vivem mais do que homens solteiros.
No entanto, os homens casados são os que têm mais vontade de morrer.
 

Propensão à mudança

Uma mulher casa com um homem esperando que um dia ele mude, mas ele não muda.
Um homem casa com uma mulher esperando que ela não mude nunca, mas ela muda.
 

Discussão técnica
 
Uma mulher sempre tem a última palavra em qualquer discussão.
Qualquer coisa que um homem diga depois disso, é o começo de uma nova discussão.
 

Como impedir as pessoas de ficarem te chateando sobre casamento

Durante os casamentos, tias velhas costumavam vir até mim, me bater nas costas e dizer: "tu serás o próximo"!
Elas pararam depois que eu comecei a fazer a mesma coisa com elas nos funerais.

Enviado por J.L.


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Entardecer






Composição feita a partir da capa de Roger Dean
para o álbum (LP) DRAMA dos Yess - 1980
(A propósito do fim da época balnear e do Verão)

Dito 37


                    Não peças a quem pediu, nem sirvas a quem serviu.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Nau de Pedra



          O molhe da Foz do Douro
          é como uma grande nau de pedra,
          encalhada de popa na praia curta
          que esbarra na parede alta,
          no cimo da qual começa a cidade.
          Quem lhe percorre o convés
          inclinado para ambos os lados,
          em direcção à proa gradeada
          e voltada ao mar aberto,
          encontra a meio,
          gravado a metal,
          o Norte, e o Sul.
          A grande e velha barca
          que não vai a lado algum,
          não deixa a quem a aborda,
          ir onde não sabe.


                             JMP

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Jesus, Rei



Isso de haver ou não haver coincidências, é um território escorregadio, que ora traz ao de cima a crença no touro e o temor ao trovão, ora cega o mais evidente e reduz tudo pó.
Não havia dois dias, o meu pai chegou-se ao meu pé com uma moeda na mão a que dedicava uma especial atenção:
- Donde é esta moeda de um euro com a figura de Nosso Senhor Jesus Cristo?
- Itália; não é o nosso senhor, é um desenho do Leonardo da Vinci, o homem de Vitrúvio, que representa a figura do homem com as medidas ideais.
- Pois…
Os setenta e seis anos de idade têm-lhe deixado um belo e espaçoso campo de manobra. A visão, mesmo corrigida, já perdeu a paciência para “rodriguinhos” com pouco mais de um centímetro de diâmetro.
A viajar em recreio por Trás-os-Montes, dei por mim no santuário mariano de Cerejais. Não uma pequena capela pintada de branco, perdida no alto de um cabeço, de porta fechada e a secar ao sol impiedoso em solo poeirento. O santuário de Cerejais é grande, tem as portas abertas, está repleto de vitrais coloridos por onde entra a limpa luz que ilumina a vidraria colorida e azulejos com representações da Senhora, dos pastorinhos, das visões e da fé de Fátima. O exterior da capela é tratado e ajardinado; na parede sul foi-lhe acrescentado um altar para celebrações campais, servido por uma praça empedrada que tem ao fundo uma imagem de Jesus Cristo.
A imagem de Jesus Cristo que domina o espaço para celebrações ao ar livre do santuário de Cerejais, não representa Jesus de forma costumeira. Jesus não é representado crucificado ou em pose piedosa, nem flutuante, nem proclamativo, nem menino…
No santuário de Cerejais, há uma representação do Filho de Deus como tal: forte, afirmativo, de braços abertos mas sem madeiro humilhante, de queixo levantado, em posição estável com os pés afastados, perfeito, poderoso, Rei.
Ao pé do Jesus do santuário de Cerejais o “Homem de Vitrúvio” é um boneco antropométrico.
A base da escultura ostenta:
- Cristo vence, Cristo impera, Cristo reina.






domingo, 9 de setembro de 2012

O Sangue da Vida



Esta linda fonte encontra-se na Aldeia do Romeu, no largo em frente ao restaurante Maria Rita. Tem gravada uma quadra, com tanto de mistério como de revelação, e que a seguir transcrevo:

                              MAIS OUTRA FONTE A DEITAR
                              O BRANCO SANGUE DA VIDA
                              O RESTO DE ALGUM LUAR
                              DUMA NOITE INTERROMPIDA



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Correio Electrónico 7


Optimista X Pessimista

O optimista é aquele que diz: "Se isto continua assim, acabamos todos na
rua a pedir esmola".

E o pessimista é aquele que pergunta: "A quem?".



Enviado pelo JL

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Gioconda



Gioconda, não é somente o quadro mais valioso do museu do Louvre; é provavelmente o quadro mais valioso do mundo.
A técnica usada, o “sfumato”,  não lhe confere as melhores características para ser viso á distância, muito menos por trás de um vidro muito grosso e à prova de bala. O tamanho de 77 x 53 cm torna a tela invulgarmente pequena quando comparada com qualquer uma das expostas na mesma sala.
Partilha uma parede inteira com dois avisos de “Cuidado com os carteiristas”, um à esquerda e outro à direita, o que é totalmente justificável, mas ao mesmo tempo ridículo.
À frente da Gioconda há sempre uma turbamulta a fazer o impossível para obter uma fotografia medíocre. Usa-se de tudo, como máquinas fotográficas, telemóveis, e agora até iPads!
O museu do Louvre não é um lugar de culto, é uma prisão que não requer que o visitante identifique o visitado, desde que pague um bilhete de dez euros. De intermeio, também mostra o que andou Napoleão a fazer por aí, assim como o entendimento que tinha de “posse”.
Nas lojas do museu pode-se comprar reproduções do quadro do Leonardo. Essas reproduções raramente têm o tamanho e nunca têm a moldura das que se compram nas nossas feiras.