quinta-feira, 11 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Situacionismo
Um burro carregado de livros é um doutor
Um livro carregado de doutores é um burro
Um doutor carregado de burros é um livro
Um burro carregado de doutores é um livro
Um livro carregado de burros é um doutor
Um doutor carregado de livros é um burro
Os burros são livros abertos
Os livros são burros doutores
Os doutores são burros fechados
domingo, 7 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Dia Perdido!
Outro dia perdido, na casa da democracia.
Não foi para isto que aquela casa foi feita.
Não foi para espelhar a rua, não foi para inseminar as mentalidades fracas com ideias fortes e falsas. Não foi para exprimir simplesmente as constatações mais óbvias. Não foi para esgrimir indignações como se argumentos fossem.
Pelas palavras, tudo se pode: dignificar o insano e denegrir o inocente, mostrar a mais cristalina sensibilidade do criminoso e a lascívia do casto.
Pelas palavras tudo se pode, mas não será por elas que se semeia o trigo, ou se dessedenta o caído, ou se paga dívidas.
Hoje ouvi um homem a explicar o óbvio, e a seguir, o comentarista de serviço comentou o trecho como brilhante!
As palavras valem o que valem.
As palavras nunca valeram tão pouco.
(Hoje foram apresentadas e votadas na assembleia da república, duas moções de censura ao governo, por iniciativa dos dois partidos, que se mandassem, não haveria democracia)
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Serviço internet
O que se encontra dentro dos livros!
Fez-me muito bem reencontrar este pequeno documento.
É uma “Venda a Dinheiro” relativa ao serviço pela internet da BERTRAND, LIVREIROS. Está expressa em escudos, moeda à beira do desaparecimento naquela data – 27 de Abril de 2001. Reporta-se a tempos em que a data de 11 de Setembro ainda não representava nada de especial. É um documento pequeno, de fácil leitura, e apesar de se referir a uma venda feita pela internet é manuscrito.
Lembra tempos bons em que não se questionava o lugar das pessoas.
Exprime o necessário e o suficiente.
Não clama por um arquivamento nem pela guarda ao arquivo e não quer ser mais importante do que o livro a que se refere.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sobre as Falésias de Mármore
…
Nestas lutas, que descambavam em caça ao homem, emboscadas e crimes de fogo posto, os partidos perderam todo o sentido da medida. Cedo se ficou com a impressão de que eles já mal se consideravam entre si como homens, semeando-se a sua linguagem de palavras ordinariamente só aplicadas aos parasitas, que importa a todo o custo destruir e exterminar pelo fogo. Só sabiam reconhecer o crime no campo oposto, pelo que era entre eles honroso o que no adversário era abjecto. Enquanto cada um considerava os mortos dos outros quanto muito dignos de ser enterrados de noite e às escuras, deviam os do seu campo ser envoltos no lençol de púrpura, devia ressoar o eburnum em sua intenção e subir nos ares a águia, levando até aos deuses a imagem viva de heróis e profetas.
Em boa verdade, nenhum dos grandes cantores, por mais que os aliciassem a peso de ouro, se dispôs a participar em semelhante profanação. Dirigiram-se então aqueles aos harpistas, que tocam nos bailes das romarias, e aos citaristas cegos que, diante dos triclinia dos lupanares, alegram os embriagados clientes com canções sobre a concha de Vénus e sobre o Hércules glutão. Campeões e bardos eram, pois, dignos uns dos outros.
É bem sabido, no entanto, como o metro é incorruptível. Os fogos da destruição não alcançam as suas colunas e os seus portais invisíveis. Não há vontade que se imponha à harmonia, e não passam assim de vigaristas que se defraudam a si próprios os que presumiam poder comprar oferendas sacrificiais com a dignidade do eburnum. Assistimos apenas à primeira destas exéquias, e tudo se passou exactamente como tínhamos previsto. O mercenário, de quem se exigia estivesse à altura sublime e ígnea matéria do poema, não tardou a gaguejar e a atrapalhar-se. Mas logo recuperou a fluência servindo-se dos iambos abjectos do ódio e da vingança, que sibilavam no pó. Presenciando este espectáculo, víamos a multidão ostentando as túnicas cor de púrpura que se envergam para o eburnum, e também os magistrados e o clero com as vestes talares. Outrora, quando a águia se elevava nos ares, fazia-se silêncio; agora, deu-se uma explosão de júbilo selvagem.
…
Título original: Auf Den Marmorklippen
Autor: Ernst Jünger (1895 - 1998) - Escritor Alemão
Colecção: Escola de Letras - VEGA
Tradução, prefácio e notas: Rafael Gomes Filipe
2ª edição (1998)
Editor: Assírio Bacelar
Capa: Machado Dias
sábado, 29 de setembro de 2012
Ai, flores...
-Ai flores, ai flores do verde pino,
se sabedes novas do meu amigo!
Ai Deus, e u é?
Ai, flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pos comigo!
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amado
aquel que mentiu do que mi ha jurado!
Ai Deus, e u é?
-Vós me preguntades polo voss'amigo,
e eu ben vos digo que é san'e vivo.
Ai Deus, e u é?
Vós me preguntades polo voss'amado,
e eu ben vos digo que é viv'e sano.
Ai Deus, e u é?
E eu ben vos digo que é san'e vivo
e seerá vosc'ant'o prazo saído.
Ai Deus, e u é?
E eu ben vos digo que é viv'e sano
e seerá vosc'ant'o prazo passado.
Ai Deus, e u é?
se sabedes novas do meu amigo!
Ai Deus, e u é?
Ai, flores, ai flores do verde ramo,
se sabedes novas do meu amado!
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amigo,
aquel que mentiu do que pos comigo!
Ai Deus, e u é?
Se sabedes novas do meu amado
aquel que mentiu do que mi ha jurado!
Ai Deus, e u é?
-Vós me preguntades polo voss'amigo,
e eu ben vos digo que é san'e vivo.
Ai Deus, e u é?
Vós me preguntades polo voss'amado,
e eu ben vos digo que é viv'e sano.
Ai Deus, e u é?
E eu ben vos digo que é san'e vivo
e seerá vosc'ant'o prazo saído.
Ai Deus, e u é?
E eu ben vos digo que é viv'e sano
e seerá vosc'ant'o prazo passado.
Ai Deus, e u é?
(Dom Dinis)
![]() |
| Pinha de pinheiro bravo em diferentes estados de abertura |
![]() |
| Os dois lados de uma semente de pinheiro bravo |
Curiosidade: As pinhas têm a capacidade de abrir e fechar as suas folhas, segundo as condições meteorológicas. Se o tempo está chuvoso, as pinhas fecham-se totalmente para proteger as sementes; se o tempo está seco elas abrem-se até soltarem as sementes, quando maduras, que voarão ao vento usando a delicada asa. Esta capacidade de abrir e fechar mantem-se por alguns anos, mesmo nas pinhas armazenadas.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Os Aloquetes, Ainda...
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Love Padlocks
Contrariando a ideia de que as relações actuais são iniciadas para servir o momento, e de que quem vive a paixão o pode muito bem fazer sem se vergar ao desejo do amor eterno, por todo o mundo são deixadas juras públicas de paixão sem fim.
Aos corações atravessados por setas, gravados a canivete nos troncos das árvores, aos “Amo-te Fulana” escritos com um caco, com um marcador, a pincel ou a spray nos muros, aos “Sicrana ama Beltrano” gravados com o dedo na areia molhada, juntou-se o aloquete.
Dizem que poderá ter começado na Rússia ou na China, alastrou por Florença e chegou a Paris. Já está na ponte Luís I.
Algumas edilidades pelo mundo fora já instalaram superfícies aramadas ou árvores metálicas para que sirvam de templo a esses círios apagados, pretendendo conter o fenómeno que acrescenta todos os dias muitos quilogramas a velhas pontes, e também defender as “juras” dos ladrões de metal.
…/…
Protásio e Clementina dormiram juntos pela primeira vez, dentro do saco-cama, numa caixa de areia junto ao Sena, a que se chama praia, em Paris. Deambularam todo o dia pela cidade e ao fim da tarde, a caminho do Quartier Latin, compraram nos vendedores de rua um padlock made in China. Sentados no tabuleiro da Pont des Arts, comeram as fatias de pizza que levavam com eles e antes de abrir a garrafa de vinho, uma zurrapa espanhola, beijaram-se, prenderam o aloquete na rede das guardas da ponte e lançaram a chave às águas. Assim ficaram a beijar-se longamente, quando se levantaram quiseram olhar uma última vez o cadeado que os unia para sempre. Não o conseguiram distinguir; sabiam simplesmente que estava ali, e ali ficaria.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Correio Electrónico 8
Assunto: Umas verdades
Matemática do amor
Homem esperto + Mulher esperta = Romance
Homem esperto + Mulher esperta = Romance
Homem esperto + Mulher burra = Caso
Homem burro + Mulher esperta = Casamento
Homem burro + Mulher burra = Gravidez
Aritmética de EscritórioHomem burro + Mulher esperta = Casamento
Homem burro + Mulher burra = Gravidez
Chefe esperto + Empregado esperto = Lucro
Chefe esperto + Empregado burro = Produção
Chefe burro + Empregado esperto = Promoção
Chefe burro + Empregado burro = Hora extra
Sucesso & Fracasso
Atrás de um homem de sucesso tem sempre uma mulher.
Atrás de um homem fracassado tem no mínimo duas mulheres.
Equações gerais & Estatística
Uma mulher preocupa-se com o futuro até ela conseguir um marido.
Um homem nunca se preocupa com o futuro até ele conseguir uma esposa.
Um homem de sucesso é aquele que consegue ganhar mais dinheiro do que a sua esposa consegue gastar.
Uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem.
Felicidade
Atrás de um homem fracassado tem no mínimo duas mulheres.
Equações gerais & Estatística
Uma mulher preocupa-se com o futuro até ela conseguir um marido.
Um homem nunca se preocupa com o futuro até ele conseguir uma esposa.
Um homem de sucesso é aquele que consegue ganhar mais dinheiro do que a sua esposa consegue gastar.
Uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem.
Felicidade
Para ser feliz com um homem, você deve entendê-lo bastante e amá-lo um pouco.
Para ser feliz com uma mulher, você deve amá-la bastante e jamais tentar entendê-la.
Longevidade
Para ser feliz com uma mulher, você deve amá-la bastante e jamais tentar entendê-la.
Longevidade
Homens casados vivem mais do que homens solteiros.
No entanto, os homens casados são os que têm mais vontade de morrer.
Propensão à mudança
No entanto, os homens casados são os que têm mais vontade de morrer.
Propensão à mudança
Uma mulher casa com um homem esperando que um dia ele mude, mas ele não muda.
Um homem casa com uma mulher esperando que ela não mude nunca, mas ela muda.
Discussão técnica
Uma mulher sempre tem a última palavra em qualquer discussão.
Qualquer coisa que um homem diga depois disso, é o começo de uma nova discussão.
Como impedir as pessoas de ficarem te chateando sobre casamento
Um homem casa com uma mulher esperando que ela não mude nunca, mas ela muda.
Discussão técnica
Uma mulher sempre tem a última palavra em qualquer discussão.
Qualquer coisa que um homem diga depois disso, é o começo de uma nova discussão.
Como impedir as pessoas de ficarem te chateando sobre casamento
Durante os casamentos, tias velhas costumavam vir até mim, me bater nas costas e dizer: "tu serás o próximo"!
Elas pararam depois que eu comecei a fazer a mesma coisa com elas nos funerais.
Enviado por J.L.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Cá se Fazem...
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Entardecer
Composição feita a partir da capa de Roger Dean
para o álbum (LP) DRAMA dos Yess - 1980
(A propósito do fim da época balnear e do Verão)
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Nau de Pedra
O molhe da Foz do Douro
é como uma grande nau de pedra,
encalhada de popa na praia curta
que esbarra na parede alta,
no cimo da qual começa a cidade.
Quem lhe percorre o convés
inclinado para ambos os lados,
em direcção à proa gradeada
e voltada ao mar aberto,
encontra a meio,
gravado a metal,
o Norte, e o Sul.
A grande e velha barca
que não vai a lado algum,
não deixa a quem a aborda,
ir onde não sabe.
JMP
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Jesus, Rei
Isso de haver ou não haver coincidências, é um território escorregadio, que ora traz ao de cima a crença no touro e o temor ao trovão, ora cega o mais evidente e reduz tudo pó.
Não havia dois dias, o meu pai chegou-se ao meu pé com uma moeda na mão a que dedicava uma especial atenção:
- Donde é esta moeda de um euro com a figura de Nosso Senhor Jesus Cristo?
- Itália; não é o nosso senhor, é um desenho do Leonardo da Vinci, o homem de Vitrúvio, que representa a figura do homem com as medidas ideais.
- Pois…
Os setenta e seis anos de idade têm-lhe deixado um belo e espaçoso campo de manobra. A visão, mesmo corrigida, já perdeu a paciência para “rodriguinhos” com pouco mais de um centímetro de diâmetro.
A viajar em recreio por Trás-os-Montes, dei por mim no santuário mariano de Cerejais. Não uma pequena capela pintada de branco, perdida no alto de um cabeço, de porta fechada e a secar ao sol impiedoso em solo poeirento. O santuário de Cerejais é grande, tem as portas abertas, está repleto de vitrais coloridos por onde entra a limpa luz que ilumina a vidraria colorida e azulejos com representações da Senhora, dos pastorinhos, das visões e da fé de Fátima. O exterior da capela é tratado e ajardinado; na parede sul foi-lhe acrescentado um altar para celebrações campais, servido por uma praça empedrada que tem ao fundo uma imagem de Jesus Cristo.
A imagem de Jesus Cristo que domina o espaço para celebrações ao ar livre do santuário de Cerejais, não representa Jesus de forma costumeira. Jesus não é representado crucificado ou em pose piedosa, nem flutuante, nem proclamativo, nem menino…
No santuário de Cerejais, há uma representação do Filho de Deus como tal: forte, afirmativo, de braços abertos mas sem madeiro humilhante, de queixo levantado, em posição estável com os pés afastados, perfeito, poderoso, Rei.
Ao pé do Jesus do santuário de Cerejais o “Homem de Vitrúvio” é um boneco antropométrico.
A base da escultura ostenta:
- Cristo vence, Cristo impera, Cristo reina.
domingo, 9 de setembro de 2012
O Sangue da Vida
Esta linda fonte encontra-se na Aldeia do Romeu, no largo em frente ao restaurante Maria Rita. Tem gravada uma quadra, com tanto de mistério como de revelação, e que a seguir transcrevo:
MAIS OUTRA FONTE A DEITAR
O BRANCO SANGUE DA VIDA
O RESTO DE ALGUM LUAR
DUMA NOITE INTERROMPIDA
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Correio Electrónico 7
Optimista X Pessimista
O optimista é aquele que diz: "Se isto continua assim, acabamos todos na
rua a pedir esmola".
E o pessimista é aquele que pergunta: "A quem?".
O optimista é aquele que diz: "Se isto continua assim, acabamos todos na
rua a pedir esmola".
E o pessimista é aquele que pergunta: "A quem?".
Enviado pelo JL
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Gioconda
Gioconda, não é somente o quadro mais valioso do museu do Louvre; é provavelmente o quadro mais valioso do mundo.
A técnica usada, o “sfumato”, não lhe confere as melhores características para ser viso á distância, muito menos por trás de um vidro muito grosso e à prova de bala. O tamanho de 77 x 53 cm torna a tela invulgarmente pequena quando comparada com qualquer uma das expostas na mesma sala.
Partilha uma parede inteira com dois avisos de “Cuidado com os carteiristas”, um à esquerda e outro à direita, o que é totalmente justificável, mas ao mesmo tempo ridículo.
À frente da Gioconda há sempre uma turbamulta a fazer o impossível para obter uma fotografia medíocre. Usa-se de tudo, como máquinas fotográficas, telemóveis, e agora até iPads!
O museu do Louvre não é um lugar de culto, é uma prisão que não requer que o visitante identifique o visitado, desde que pague um bilhete de dez euros. De intermeio, também mostra o que andou Napoleão a fazer por aí, assim como o entendimento que tinha de “posse”.
Nas lojas do museu pode-se comprar reproduções do quadro do Leonardo. Essas reproduções raramente têm o tamanho e nunca têm a moldura das que se compram nas nossas feiras.
domingo, 2 de setembro de 2012
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Annalia
"Virtude sem prazer não é virtude"
Almeida Garrett
João Baptista da Silva Leitão de Almeida Garrett (Porto, 4 de Fevereiro de 1799 – Lisboa, 9 de Dezembro de 1854)
terça-feira, 28 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Afonso Lopes Vieira
Afonso Lopes Vieira ( Leiria 26/01/1878 - Lisboa 25/01/1946)
Linda Inês
Choram ainda a tua morte escura
Aquelas que chorando a memoraram;
As lágrimas choradas não secaram
Nos saudosos campos da ternura.
Santa entre as santas pela má ventura,
Rainha, mais que todas que reinaram;
Amada, os teus amores não passaram
E és sempre bela e viva e loira e pura.
O Linda, sonha aí, posta em sossego
No teu muymento de alva pedra fina,
Como outrora na Fonte do Mondego.
Dorme, sombra de graça e de saudade,
Colo de Garça, amor, moça menina,
Bem-amada por toda a eternidade!
(In Cancioneiro de Coimbra)
sábado, 25 de agosto de 2012
Dito 36
Entre, “ser da competência de” e, “ter competência para”, pode ir uma distância significativa; no entanto, são lugares muitas vezes confundidos.
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