segunda-feira, 12 de setembro de 2011

domingo, 11 de setembro de 2011

Dito 8

     Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável.


     Pesqueiro dos Foles
     Ericeira

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Aos cristãos

De passagem por um dos meus blogues preferidos, ma-schamba, fiquei a ler a mensagem de 01/Set. de JPT - A Europa, hoje - texto de Joseph Ratzinger (hoje Bento XVI), o que me trouxe à memória um recorte do DN de 31 de Maio de 2004. É um artigo de João César das Neves intitulado "Aos cristãos pode-se!" e cuja actualidade é lamentável.
Trago-vos hoje esse artigo de jornal, também ele ilustrado, mas sem a força da imagem que JPT usou e que não pode deixar ninguém indiferente.
É o meu contributo para o convite à reflexão sobre a forma com os cristãos são vistos e se vêem.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A Raça

O Sr. Presidente da República possui um mapa social segundo o qual nos enquadra a todos nós e que paulatinamente vai desvendando. Até à data é um mapa simples mas temo que se venha a complicar, podendo até vir a necessitar de um grupo de trabalho, de uma série infinita de inquirições e mesmo de uma polícia.
Como aprendeu na escola de Sócrates, que à falta de qualquer outra coisa se pode sempre dizer que foi um grande político, as necessidades são transformadas em questões de justiça. Assim, sendo a maior necessidade do momento o saque de dinheiro, a todos nós, sermos sacados passou a ser uma questão de justiça. E de que se lembrou? Da reintrodução de impostos sobre as sucessões e as doações!
O nosso querido Presidente da República, que não é bem a mesma coisa que o nosso querido chefe, acha que no momento de se receber aquilo para o qual não se contribuiu, é de toda a justiça que se reparta com o Estado. Portanto, parte do princípio que os filhos do agricultor nunca o ajudaram nos trabalhos do campo, que nunca um filho chegou um balde de massa ao pai que construía a própria casa, jamais a filha da costureira chuleou as bainhas da obra da mãe, em tempo algum os filhos do pescador o ajudaram na faina, ninguém depois de se ter licenciado em engenharia ficou a trabalhar na fabriqueta dos pais com um ordenado de merda, enfim… é então de toda a justiça, não tanto por necessidade, que o filho que herda a casa do pai a tenha que vender para partilhar com o outro herdeiro – o Estado, seja lá o que isso for!
Porque intui que quem herda não contribuiu para a construção da coisa? Por motivos de duas ordens:
- A primeira: Toda a gente sabe que os filhos desde cedo vão estudar para Lisboa e depois ficam a dar aulas, se metem na política e vão trabalhar para o Estado, ficando a ganhar da fazenda pública em qualquer caso.
- A segunda: Toda a gente sabe que já não há indústria familiar, que a que houver vai fechar, que não há pesca artesanal e familiar, que não há agricultura praticamente nenhuma, que fomos (os portugueses) uns bons alunos de professores prepotentes e pedófilos, e que transformamos o “jardim” num oásis. Não temos canudos de fábricas a botar fumo nem efluentes tóxicos, nem o som enervante de serras circulares – é só serviços, bonito serviço! Também já não se faz costura em casa.
A pouca memória não ajuda a lembrarmo-nos do tutor que nos levava pela mão.
Voltando ao mapa social, como os livros nos ensinam, é muito difícil detectar todas as peças do património de um indivíduo; daí que eu tema as infindáveis inquirições, a nova polícia, as provas de vida, impressões palmares (para ver se há calos) e coisas que a minha imaginação não abarca. É muito difícil também prosseguir com o saque ao povo comum – podemos estar já muto para além dos limites. Repararam ou passou despercebido?
Povo comum.
No discurso da festa do povo, foi repetido e repisado: - Povo comum! Taxe-se então nas sucessões e doações.
Povo comum será então aquela pequeníssima percentagem de quem não tem eira nem beira nem casa mesmo que hipotecada. É estranho que o termo “comum” seja aplicado à parte mais pequena, mais estranho é que seja a propriedade a definir distinções no povo e mais ainda que defina seja o que for em matéria de justiça.
No mapa social que o Sr. Presidente vai desvendando aos poucos, temos então no fundo o “Povo comum”, depois o “Povo” e depois a “Raça”. De certeza que há muito mais, eu vou manter-me atento, e passar mais tempo no FB.

JMP

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Mala de cartão


Uma “mala de cartão” é muito mais um elemento da expressão, do espaço emocional ou das figuras de estilo. Não obstante o objecto existe, mesmo que já muito estragado. Com uma mala de cartão na mão parte-se para um futuro, muitas vezes incerto, mas quem transporta algo consigo tem uma determinação qualquer.

No dia que quis mostrar a minha mala de cartão, fiquei a saber que faz anos que o Chiado ardeu. É uma coincidência como outra qualquer … ou não!

Dito 7


Quanto mais choras, menos mijas.

domingo, 21 de agosto de 2011

Ericeira

              Passeando pela Ericeira durante as curtas férias que lá fiz há um ano, entrei numa pequena capela de porta aberta para a rua. Espaço exíguo e antigo, abandonei o olhar para que o percorresse. A miúdo entravam pessoas, mais mulheres que homens, mais residentes que turistas, que faziam um curto silêncio em imobilidade entre duas vénias com cruzes desenhadas com a mão sobre a cabeça e tronco. Recolhi duas folhas A4 de dois montinhos que se exibiam claramente para esse efeito, e também eu me despedi com um “Sinal da Cruz” levando um joelho ao chão.
                As duas folhas de papel ainda as tenho comigo, são as que vos mostro a seguir. A primeira, numa única página, intitula-se “A face mais bela” e está assinada pelo Pároco Armindo Garcia; a segunda, em duas páginas, intitula-se “O frenesim do bem – (Texto copiado do livro “Razões para a alegria” do P. J.L. Martin Descalzo)”
               



domingo, 7 de agosto de 2011

Slim

    SHARP OSAKA     SG - 309 H
    1978

    Designava-se por "monobloco", tudo em um - rádio, gira-discos e deck de cassetes.



    (Slim, em 1978)

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Hortênsias

     A partir de uma certa altura, as hortênsias (ou granjas como gosto de lhes chamar) deixam de ter uma simples cor definida como o branco, o azul, o rosa, e ganham um matizado complexo de cores fortes. Mais lá para a frente algumas serão de uma forte cor de ferrugem.

     Mais fotos aqui

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pirilampo

Corria o mês de Abril de 1985, o tempo estava bom, noite escura de lua nova e eu marchava fardado e de arma à bandoleira com o resto do 2º batalhão de instrução pela Tapada Real. Aquela fase da instrução militar na Escola Prática de Infantaria (EPI) em Mafra designava-se por curso geral milicianos. Era frequente o batalhão fazer marcha nocturna, em duas longas colunas, uma de cada lado dos caminhos ou estradas, som maciço de passos, vozes poucas, grossas e gritadas.
A marcha, mesmo a passo estugado, dava-me prazer e essencialmente espaço para estar comigo que era o que mais me faltava. Mantida a distancia ao homem da frente estava tudo bem, ninguém chateava.
                O ritmo certo dos passos na quietude que a noite põe para a tropa passar era revigorante. O som dos motores dos veículos que encerravam a coluna, lá longe, o cheiro do gasóleo queimado, os feixes de luz a atravessar tudo e a denunciar as nuvens de pó levantadas, o resvalar de botas nos solos secos e pedregosos e os berros, as ordens berradas, imenso o poder gerado pela disciplina! – Chega à frente, chega à frente…
                Tinha só vinte anos, encaixava bem o treino duro, tinha de ser, via-me como num filme, como uma personagem da história, estava a viver uma coisa difícil de explicar, era uma coisa medonha, aquilo não era para todos, eu estava lá!
                - Chega à frente, isto ainda nem começou, chega à frente…
                Ao longe a silhueta irreal do convento distanciava-se.
                - Estão a ver o “calhau”? Ainda vão ter saudades dele!
                Era o que se chamava ao convento, calhau.
                - Chega à frente, formatura da manhã em fato de ginástica, chega à frente…                   
                Ia mudando a G3 de um ombro para o outro para aliviar a sensação de queimadura, uma passada a suceder-se a outra, era Abril, eu era jovem e forte, ao cimo de uma ribanceira uma suave curva à direita ainda a subir e depois uma vereda de matos altos, e uma visão de ficção à altura do melhor de Carl Sagan; numa extensão de centenas de metros uma parede de matos pejados de pirilampos a derramar pelo chão a sua fresca luz verde. Aquilo não era um filme, e eu estava lá. Eu fazia parte de uma cena improvável e sentia-me responsável por uma boa parte daquilo!
                Um dia destes vi uma luzinha verde pequenina nas escadas da nascente. Uma só, um só pirilampo que me fez recordar tanta coisa. Fiz algumas fotografias com muito cuidado consciente que era de mim que se tratava.


domingo, 31 de julho de 2011

Adaptabilidade


Podia ter-lhe chamado outra coisa, como:
    - Por vias travessas
    - Jogo de cintura
    - Procura
    - Fazer pela vida
    - Caminho
    - Lutar
    - Por linhas tortas
Ou simplesmente:
    - Erva daninha
E é por isso, por esta última possibilidade, que amanhã ela e todas as que estão à volta vão ser cortadas e levadas para compostagem. Nesta altura do ano não se deve fazer queimadas.
Ela ainda não sabe.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

O grau

- Dei uma volta para aí de mil graus!
- Deste uma volta de 180 graus, foi isso?
- Qual 180? Dei uma volta de 10000 graus, estás-me a compreender-me?
- É muito grau, pá!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Moral da história


Devo ter integrada em mim toda aquela moralidade implícita nos contos infantis que é suposto terem sido lidos por quem está entre os 40 e os 50. Isso e muitas outras moralidades que o final do século XX português produziu para ser a matéria da comunicação social sob censura, do ensino encarneirado, ou do politicamente correcto que foi ficando até hoje
            Dessa moralidade, e da adquirida no fabulário, nas canções de ninar, nos dizeres do povo, na catequese e no exemplo das tias solteiras e no das casadas, sobrou a criança que fui, pelo lado da circunstância, porque pelo lado do “eu” não tenho o que pensar o que outra coisa poderia ter sido. Cedo decidi deixar a prerrogativa da infantilidade, refiz-me, mas não perdi a memória.
            Estacar feijoeiros fez-me lembrar o conto do João e o feijoeiro mágico. Está muito longe a leitura dessa história, assim como a da Branca de neve e a da Cinderela e a da Princesa e a ervilha, mas sobre estas três últimas confundo muitas passagens e sobre a do feijoeiro mágico tenho-a esbatida mas em estado mais puro. Nunca confundi com nenhuma outra, a história do miúdo estúpido que aplica o provento da venda de uma vaca em feijões mágicos.
            Não devia ouvir a TSF na horta, lá se vai a minha actividade depurante ao ar livre. Estacar feijoeiros a ouvir notícias e a apanhar sol na cabeça, induziu-me uma visão clarificadora e que guardarei como sinopse destes tristes dias:
            - José Sócrates e o feijoeiro mágico. A história é igual à original, só que acaba logo que o moço chega ao topo do feijoeiro, para lá das nuvens. Não se chega a saber o que acontece depois, apenas que a planta é cortada por baixo pela própria pobre e velha mãe, inconformada com o destino dado ao dinheiro da venda da vaca. O moço não devia ter feito aquilo!

terça-feira, 12 de julho de 2011

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Bilhete de Passagem



É um bilhete de passagem.
Dobrado em três, guarda no interior os dados relevantes, por fora tem o timbre da “Companhia Colonial de Navegação” e o dizer “Bilhete de Passagem N.º xxx”
Atento nesse título e ocorre-me a vida, e a morte, pois!
Soneguei os nomes destes viajantes do “Vera Cruz”.
São familiares meus.
Já todos fizeram a última viagem, dessa vez na barca de Caronte  a quem, presumo, pagaram displicentemente com duas moedas fora de uso.
Não ficou descendência.
Restam os corpos em urnas herméticas, expostas, numa construção de pedra lavrada e porta envidraçada sobre a qual diz, morada perpétua de …
É uma passagem.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Submarinos

Os novos submarinos só podem atracar no Alfeite, e depois?
O Arpão e o Tridente são máquinas de guerra e não podem atracar no Cais das Colunas – não poderão assim, embarcar marujos nem desembarcar jornalistas americanos na próxima revolução que houver no Terreiro do Paço!
Custaram mil milhões de euros e não são “canivetes suíços” nem sequer “general purpose”…
Isto nunca foi dito: - As “G3” que a nossa tropa tem usado nunca foram aptas para tiro ao tordo, nem caça à rola, nem ao pombo, nem ao coelho, nem à perdiz, enfim…
Este país tem a imprensa que merece, como tudo!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Do arco da velha 3

C.M.F DEKO
APLANATIC F:10.5
Cameras ManuFacturers
A.Bencini - Milano


Sensação estranha, esta de apontar a minha OLYMPUS de 12 Megapixel à elegante DEKO, que nunca usei!
Por várias vezes tive a impressão de ver movimentos no obturador da italiana enquanto se reflectiam mutuamente nas lentes.
Ambas belas, negras com apontamentos cromados, leves e muito femininas.

domingo, 19 de junho de 2011

Saramago

Jogaste desde novo pelos da cor do sangue, depois vieram os das vestes douradas e deram-te a mão, talvez para que eles mesmo mostrassem a tua cor no contexto deles.
Tu José, lá foste, e fizeste a vénia. Recebeste o ouro e os louros e ficaste grande. Assim do alto, as tuas palavras foram ainda mais longe, e as tuas dúvidas, e as tuas indignações, e as tuas ofensas.
Mas não foste todo, não! A parte dura manteve-se agarrada à terra, ao chão, à cor do sangue mesmo quando a confraria usa já opas doutra cor.
Dourado o ídolo fica-lhe na boca o vago, cavo – só se doura por fora
Assim que partiste voltaram os douradores, vieram os das artes, os das leis, os do circo, os embalsamadores, todos os funcionários do registo civil, antigas vestais, todos os secretários gerais.
Quem faltou foi notado.
È agora que te douram por dentro?
Longas exéquias se adivinham, o pó ao pó, as cinzas às cinzas, mas não é disso que se fala,
não se fala de coisas do tempo quando se fala de ti, José.
Deste-te não sabes a quê nem a quem e agora estás nas mão deles.
Terás o teu altar.
Terás o teu dia.
Terás a tua segunda vinda.
Enxertaram-te numa árvore e levaram-te à praça.
Vais ser publicado em folhas vivas, José.
Haverá ramos de oliveira cujas folhas são as tuas, és tu.
Tu, a ser comido e bebido, julgado e esmagado pela gentalha sedenta,
não de letras, José, de suplícios.
E se uma pomba, um dia, trouxer no bico um ramo de ti, significará isso que encontrou terra firme? Ou que entrada pela boca do Tejo, tenha a barca à deriva encontrado só Lisboa?
Como será ser tanta metáfora dos livros que te atormentam?
Guarda um lugar para mim aí, que eu também hei-de ir.
Se tenho preferência? À direita do Pai, José

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Maria

Ora, muito bem!
Pneus revistos, vela nova, depósito cheio.
Já tinha saudade deste cheiro do combustível de mistura.
Vamos lá…
Ergonómicamente  muito boa; costas verticais e mãos á largura dos ombros.
Assento com dureza certa, pés assentes em plataformas grandes que permitem uma grande amplitude de movimentos.


Roam-se de inveja.
 (Espero que não avarie)

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Sabia que...

Que pode andar a conduzir com a carta caducada sem o saber, enquanto os alemães começam a concluir que as bactérias estão por todo o lado, mesmo na Alemanha?
Que os belgas estão sem governo há mais de um ano, sentem-se melhor governados assim e que têm uma dívida quase como a da França ou a de Espanha, ou até a nossa? E que o PS a partir de agora vai ser um partido responsável?
Sabia que mesmo aquilo que se sabe, se não for falado, é como não se passasse, não existisse, não se soubesse, nada, nada… e que os Estados Unidos da América têm o problema da dívida em resolução, tal é a capacidade de imprimir notas de banco?
Que na minha ainda curta (?) vida, o ouro já foi uma referência, já o deixou de ser, já voltou a ser e eu não sou propriamente uma anta, nem imortal, nem vampiro nem…
E agora, uma muito estúpida – Sabia que os habitantes da proximidade das cataratas do Niágara têm a testa para dentro, por todos os dias acordarem em sobressalto a perguntar que barulho é aquele, depois batem com a mão na testa – São as cataratas!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Fotomatom

Abílio Bessa Pereira de Castro (1898-1994), conhecido por Sr. Bessa, Bessinha para os amigos, foi casado com a minha tia Engrácia, irmã da minha avó Isaurinha.
Depois de uma vida empresarial cheia, e com um mau desfecho, emigrou para a Venezuela onde viveu até muito velho.
Em Portugal ficou a esposa, destroçada pela morte do filho de ambos vítima da tuberculose.
Já quase octogenário, voltou com tanto como quando partiu, tudo em duas malas velhas cheias de roupa puída e alguns brindes publicitários.
Conheci-o assim muito tarde, muito velho, ele, e com pouco tempo, eu.
Tenho pena, agora.
Quem se fotografou assim, teria com certeza muitas coisas para contar.  








quinta-feira, 9 de junho de 2011

Carapaça

Nestes estranhos dias, em que aqueles que fazem as leis se debatem com a forma de as cumprir, lutam com os prazos, temem as multas sem saber como as evitar, clamam por uma melhor justiça e não querem encontrar culpados, recolho-me.
Ouvir os que se arrogam de bons para fazer as leis, a dizer coisas que fazem reconhecer a maior dignidade nos parvos e destituídos, pode até ensinar alguma coisa, mas fere.
Saber que quem estragou tudo ainda lá está para fazer tudo de novo, se for preciso, despoleta mecanismos primevos de auto-defesa.
Não posso ir à praça buscar consensos, a praça está suja e há pessoas a dormir pelas bordas.
Fecho o portão da rua, dou de comer às galinhas e levo para dentro o gato.
Em Junho as plantas consomem muita água. Vão ver se não têm plantas em casa com sede, e já agora, é uma boa altura para escovar os gatos, não engolem tanto pêlo e ficam mais macios.
Tenham uns bons dias.